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O passo a passo para se formalizar como empreendedor individual:

Se você é um empreendedor individual, está na hora de se formalizar. Tire suas dúvidas aqui

Todo grande negócio um dia já foi um pequeno negócio, uma ideia embrionária, ou, principalmente, um super empreendedor individual suando a camisa para fazer a ideia rodar. Sendo o início solitário ou com uma empresa formada, a formalização é um primeiro importante passo para crescer.

Os seus negócios estão crescendo, mas você ainda é um profissional autônomo, ou seja, um empreendedor individual? Então, esse artigo é para você. Aqui, vamos explicar o passo a passo e as vantagens de você se formalizar e quais são os caminhos mas adequados para se tornar um MEI (Micro Empreendedor individual). Para complementar este artigo, também recomendamos a leitura deste outro artigo sobre como abrir uma empresa, no qual você encontra outras dicas importantes para começar o seu negócio.

Está tudo dando certo como está. Tenho preguiça de burocracia e não tenho tempo para perder. Por que devo me formalizar?

Realmente, a burocracia é chata no Brasil. Mas a boa notícia é que, no seu caso, enquanto empreendedor individual com um negócio em começo de vida, se formalizar tem custos baixos, é simples e pode ser feito pela internet.

GRATUITO E ONLINE: O MELHOR CAMINHO É ADOTAR O MEI.

Sendo MEI, você passa a ter direito a alguns benefícios, como aposentadoria por idade ou invalidez, auxílio-doença, salário-maternidade, auxílio reclusão e pensão por morte, além da facilidade para comprovar renda e poder ter acesso facilitado aos serviços bancários.

Por fim, poderá emitir notas fiscais em menos de 5 minutos e pela internet, o que pode ser decisivo para alguém te contratar ou não.

Qualquer um pode ser MEI? Ou há alguma restrição?

Para que um empreendedor individual se formalize como MEI, ele precisa ser maior de 18 anos (se for menor de idade, precisa ter pelo menos 16 e ser emancipado) e faturar no máximo até R$ 60 mil por ano.

Atenção: médicos, engenheiros, advogados e outras profissões regulamentadas não se enquadram como Empreendedor Individual, então você também precisa verificar se sua atividade está entre a lista de 480 atividades permitidas.

Outro ponto importante: para ser MEI, você não pode ser sócio, titular ou administrador de outra empresa. E, claro, também não pode ter filiais.

Não sou brasileiro, como Empreendedor individual, posso ter um MEI?

Sim, mas você precisa ter um visto permanente.

 OK. Então por onde eu começo?

Para se formalizar, basta fazer uma inscrição gratuita no Portal do Empreendedor. Você vai precisar informar apenas o número do título de eleitor ou o número do último recibo de entrega da Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física.

Após preencher o formulário, imprima seus documentos: Certificado da Condição de Microempreendedor Individual, carnê de Pagamento Mensal (DAS), Relatório Mensal de Receitas Brutas (um para cada mês). Esses documentos são necessários para manter sua formalização em dia.

Após o cadastro, você já ganha um CNPJ e o número de inscrição na Junta Comercial. Não é necessário encaminhar nenhum documento a nenhum lugar.

E como ficam os tributos? Que taxas precisarei pagar em cima de cada nota?

Existe uma pequena taxa mensal, fixa, que cobre valores destinados à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS (essas quantias serão atualizadas anualmente, de acordo com o salário mínimo). Podem haver outras taxas estaduais ou municipais, dependendo da atividade exercida.

Com mais detalhes: o MEI está enquadrado no Simples Nacional. O SIMEI é o sistema de recolhimento em valores fixos mensais dos tributos abrangidos pelo Simples Nacional para o Microempreendedor Individual (MEI).

Atualmente, os valores dos impostos são:

  • R$39,40 de Contribuição Patronal Previdenciária – CPP;
  • R$5,00 de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS;
  • R$1,00 de Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISS.

Como MEI, você é isento dos outros impostos, precisando apenas anexar, em um relatório mensal, as Notas Fiscais recebidas de compras de produtos/serviços ou emitidas para clientes

Mas abrir uma empresa é sempre mais simples do que fechar…

Calma. O MEI também permite que você feche sua empresa sem custos e com agilidade, pela internet mesmo. Após realizar a baixa, não esqueça de preencher a Declaração Anual do MEI – DASN/SIMEI de Extinção – Encerramento, no Portal do Simples Nacional.

E se eu quiser fazer alguma mudança no meu cadastro?

Mais uma vez, você faz isso rapidamente pela internet. A qualquer momento você pode mudar seu endereço, atividades e nome fantasia. Todas as modificações devem ser feitas pelo Portal do Empreendedor. A alteração de dados é gratuita e registrada automaticamente.

Posso ter um funcionário?

Você não pode ter sócios, mas o regime permite que tenha no máximo um funcionário (e esse é o limite) com remuneração de um salário mínimo ou piso salarial da categoria. Ao registrar seu funcionário, preste atenção as suas obrigações enquanto empregador. Como MEI, você precisará pagar 8% de FGTS e 3% de previdência social.

E se seu crescer e começar a faturar mais, posso continuar como MEI?

O MEI está enquadrado no Simples Nacional em um regime chamado SIMEI. Se a sua empresa crescer, você muda de categoria dentro do Simples Nacional – o que significa uma tributação um pouco maior, de acordo com o aumento de sua receita bruta anual. O Simples Nacional está dividido em 20 faixas de faturamento, até o limite de R$ 3,6 milhões.

Como MEI, como declaro meu Imposto de Renda?

Também é simples. E a sua única obrigação, além do pagamento dos carnes mensais, é fazer uma declaração anual simplificada – que também pode ser feita pela internet.

Outra dica é utilizar a ajuda de algum profissional da rede que presta assessoria contábil gratuita para MEIs.

Fonte: Endeavor

SALA DE REUNIÕES

O custo para manter uma sala de reunião moderna e com toda a tecnologia necessária nem sempre é uma tarefa fácil. Para proporcionar uma melhor experiência para as suas reuniões de negócio, nós projetamos espaços flexíveis de acordo com as suas necessidades. São salas modernas, mobiliadas com cadeiras confortáveis, climatizadas e com infraestrutura completa cobrindo todas as demandas de negócios: reuniões com clientes, apresentações ou reuniões com colegas de trabalho. Desta forma o cliente reduz os custos que teria com o aluguel de um escritório, mais os custos de manutenção que um imóvel implica.

Estudo revela que 41% dos jovens da América Latina querem empreender

Um estudo realizado pelo Global Entrepreneurship Monitor (GEM), o “Potencial Futuro – empreendedorismo jovem 2015”, revelou um dado interessante: 41% dos jovens da América Latina pretendem empreender no futuro. A análise também apontou outras características dos jovens e das mulheres no empreendedorismo. As informações são da revista ‘Pequenas Empresas & Grande Negócios’.

Já em países mais desenvolvidos, os números mostraram outra realidade. Na Europa, apenas 19% dos jovens querem empreender. No entanto, mesmo com o desejo em alta na América Latina, a pesquisa revelou que somente 5% deles já são empreendedores estabelecidos.
Os jovens latino-americanos, mesmo com as dificuldades, mostraram que em mais de 60% das vezes abrem um negócio motivados por alguma oportunidade. De acordo com o estudo, as formas de financiamento mais procuradas são recursos próprios (52%), família (16%), empréstimos bancários (26%), amigos (2%) e outras (4%).

Em relação à comparação entre os gêneros, os homens jovens têm uma probabilidade de 1,3 vez maior de empreender do que as mulheres, além de 1,6 mais chances de manter o negócio. A chance de a mulher realmente executar uma ideia se mostrou quatro vezes menor do que os homens.

A pesquisa, feita entre 2012 e 2014, teve a participação de mais de 616 mil pessoas, com idades entre 18 e 64 anos, em 89 países.

Comunicar bem é estratégia para a aproximação com consumidores

Para blindar marcas em clima de pessimismo econômico, o melhor caminho é comunicar a vivacidade da empresa no mercado.

Junto com as notícias de crise, sempre vem muitos “boatos” sobre falências e demissões em massa. É claro que no caso de algumas empresas, isso possa ser realmente um fato, porém, as companhias que se mantêm vivas e operantes, independentes da inflação, devem tomar muito cuidado para que a sua marca não seja contagiada pelos rumores de quebras ou inoperância.

Por isso, diferente do que muitos pensam, é justamente na época de cenário econômico ruim, que a comunicação corporativa deve ser reforçada. Pois é necessário demonstrar que o pessimismo das notícias econômicas não afetam necessariamente todos os segmentos e todas as marcas por inteiro. Mesmo que as vendas possam cair e o consumo de serviços diminuírem, não significa que as máquinas que movimentam os negócios e as companhias tenham que sumir dos noticiários ou até mesmo da publicidade.

É justamente em momentos assim que o consumidor precisa saber que as marcas estão vivas e, ainda, buscando cada vez mais inovações. E mesmo as empresas ou marcas que estejam em processo de afirmação, não podem parar de comunicar que estão no mercado, prontas para conquistarem consumidores novos ou até assumirem o lugar de outras, que por causa da resseção, tenham que ser substituídas neste momento, devido a preços e a redução de despesas.

Prezar pela imagem corporativa em momentos desfavoráveis é pensar não somente na manutenção das vendas na atualidade, mas também na conservação da vivacidade no futuro. Como o consumidor tem agora muito mais acesso à comunicação do que antes, é necessário um investimento em informação, que possa sanar dúvidas e gerar interesses. Mas não basta investir em uma comunicação qualquer, fazer parte de notícias de forma voluntária é, hoje, uma forte ferramenta de credibilidade.

Seja através de um trabalho de assessoria de imprensa, que procura tornar marcas parte das notícias ou através de conteúdo jornalísticos, hoje facilmente disseminados pela internet, todas as empresas devem buscar um caminho na gestão de imagem. Há como ser notícia por lançamentos, novidades, tendência, produtos ou serviço em geral, produtividade, participação no mercado, eventos, história de empreendedorismo, ações de responsabilidade social e ambiental, entre diversas outras atualizações da companhia no mercado. Uma comunicação mais fluída manterá os consumidores ou investidores informados quanto à situação da empresa no momento econômico do país, afastando toda e qualquer insegurança e pessimismo.

Hoje não é mais suficiente apenas produzir bons produtos ou serviços e ter preços competitivos para os mesmos, é necessário mostrar postura ética, transparência e principalmente qual a finalidade de determinada marca e produto no mercado e na sociedade. O consumidor não se contenta mais só com aquela “imagem falsa de felicidade” transmitida em determinados comerciais. Ele quer conhecer a fundo o que consome. Comunicar bem e gerar conteúdo são maneiras eficientes de marcas se aproximarem de consumidores.

Fonte: Administradores

As principais características de um empreendedor de sucesso

Os segredos do empreendedorismo podem ser descobertos por qualquer pessoa e de qualquer idade. Não é incomum sonhar em seguir as próprias ordens e cuidar do próprio nariz. Fundar um negócio e ser patrão de si mesmo, contudo, pode ser mais complicado do que se imagina. Não basta apenas ter uma boa ideia, é preciso entender o mercado e manter-se atualizado, para que o negócio encontre possibilidades de crescimento.

Para Sergio Diniz, consultor do Sebrae-SP, o empreendedorismo é um conjunto de comportamentos e hábitos. “Antigamente, imaginávamos que o empreendedor nascia empreendedor, mas hoje sabemos que as características de um empresário de sucesso podem ser adquiridas com capacitação adequada.”

SAIBA MAIS
Quem deseja abrir o próprio negócio deve se informar, antes de mais nada. É preciso conhecer o mínimo a respeito da atividade que se pretende desenvolver e do mercado no qual quer se envolver. Familiarizar-se com aquilo que se deseja vender, seja o que for, é essencial. “O empreendedor precisa aprender sempre. Conhecer seu ramo de atividade. Dominá-lo”, ressalta Diniz.

Parte desta capacitação, esclarece o consultor, vem da organização dos recursos do negócio. Todos eles: humanos, financeiros e materiais. Um exemplo. O empreendedor não pode confundir o dinheiro da empresa com o seu dinheiro pessoal. Segundo Diniz, esse é um erro comum. É preciso atentar, também, para a escolha do sócio, discutir as expectativas e o papel de cada um no empreendimento. “Às vezes é mais complicado que muito casamento”, brinca o consultor.

Sérgio Diniz apontou as principais características que um empreendedor deve ter, se preza pelo sucesso de seu negócio. São elas:

1. Iniciativa: a busca constante por oportunidades de negócios. Estar sempre atento ao que acontece no mercado em que vai atuar;

2. Perseverança: as dificuldades vão acontecer, até porque o empresário de micro e pequena empresa muitas vezes é solitário. “Não se pode desistir”, insiste Diniz;

3. Coragem para correr riscos: arriscar-se faz parte do ato de empreender. Diniz ressalta que correr riscos é diferente de correr perigo. O empreendedor corre perigo quando está desinformado. Se tem as informações, pode tomar decisões complexas com risco calculado;

4. Capacidade de planejamento: ter a visão de onde está, onde quer chegar e o que é preciso fazer. Criar planos de ações e priorizá-las dentro do negócio. Monitorar, corrigir e rever. “Isso pressupõe que se avalie as melhores alternativas para alcançar seus objetivos estabelecidos durante o planejamento”, afirma o consultor;

5. Eficiência e qualidade: as pequenas empresas dispõem de menos recursos, então precisam garantir que eles sejam bem aproveitados. É preciso conquistar o cliente, o público alvo e direcionar os esforços;

6. Rede de contatos: é importante participar de eventos e feiras relacionados ao seu produto. Lembre-se também de que ambientes informais ajudam a formar bons contatos. “A gente começa a desenvolver nossa rede de contatos com a família, amigos, vizinhos e antigas experiências”, diz Diniz. “Deve-se trazer isto para a sua realidade de negócio.”

7. Liderança: “O empreendedor deve ser o líder na sua empresa”, afirma Diniz. Ele deve ser um bom ouvinte e deve saber estimular permanentemente a equipe, motivá-la e deixá-la comprometida. “Ele deve também ser um gestor de pessoas”, completa o consultor.

Fonte: revistapegn.globo.com

Reduza alguns erros financeiros comuns

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A grande maioria das reclamações do empreendedores são relacionadas a problemas financeiros, que na maioria das vezes eles não sabem como resolver. Dívidas, saldo negativo, falta de capital de giro, são muitos os motivos que podem tirar o sono de qualquer um.

Mas como lidar com esses erros tão comuns? Confira algumas dicas para evitá-los.

– Não conte com um dinheiro que ainda não é certo. Já parou para pensar que enquanto você está investindo em funcionários, equipamentos, o cliente pode voltar atrás e desistir?

– Sempre que possível utilize seus próprios recursos para crescer e evite pegar empréstimos sem necessidade.

– De maneira alguma deixe atrasar o pagamento de impostos, pois os juros e as multas tornarão essa tarefa mais difícil ainda.

– Procure sempre vender à vista, para manter um fluxo de caixa saudável, com dinheiro circulando.

– Não dependa de uma única fonte de receita, pois nunca se sabe quando irá acontecer algo e o cliente desaparecer, por exemplo.

– Reduza os custos com pessoal, principalmente no primeiro ano. Esteja atento sempre ao fato de eles colaborarem ou não com o crescimento da empresa.

– Investiu em infraestrutura e os gastos estão pesados? Entre em contato conosco e conheça o nosso modelo de escritório virtual, onde você pode ter toda a estrutura de uma empresa por um preço reduzido e com qualidade.