ON Business Office – Escritórios Virtuais em Brasília DF

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COWORKING: UMA NOVA TENDÊNCIA DE RELACIONAMENTO ENTRE PEQUENAS EMPRESAS

Se você ainda não ouvir falar de coworking saiba que essa é uma tendência que veio para ficar e está revolucionando a forma como pequenas empresas, profissionais freelancers e autônomos se relacionam entre si, com fornecedores e clientes. E João Pessoa sedia desde esta quinta-feira (08) o Primeiro Congresso da Associação Nacional de Coworking e Escritórios Virtuais (ANCEV), uma oportunidade para mostrar a evolução do segmento no país e na Paraíba.

Na Paraíba existem 15 escritórios, a maioria deles na capital, e no Nordeste são 127. No Brasil são aproximadamente mil escritórios compartilhados legalizados e segundo a ANCEV o setor registra um crescimento médio de 20% ao ano. Estimativas mostram que em 2015 o faturamento chegou aos R$ 540 milhões. No Brasil, apenas Amapá, Rondônia, Roraima e Tocantins não possuem coworking. As regiões com maior número de coworkings são Sul (155) e Sudeste (359).Para muitos profissionais autônomos e pequenos empresários ter um escritório não é tarefa simples e barata e foi no vácuo dessa necessidade que surgiram os escritórios compartilhados. Basicamente trata-se do aluguel de uma mesa de trabalho com direito a internet de alta velocidade, café e água – itens básicos de um escritório. A diferença é que no mesmo espaço existem outras pessoas trabalhando em diferentes projetos e objetivos.

Congresso

Empresários de escritórios compartilhados de todo o país estão desde ontem em João Pessoa para trocar experiências, unir conhecimentos e desfrutar de lazer. Entre as atrações do primeiro congresso estão Carlos Gonçalves, CEO do Ávila Business Center de Lisboa, Portugal, autor do livro “Out of the Office”. Segundo ele, esta é “uma oportunidade única de partilha de experiências sobre escritório do futuro entre Brasil, Portugal e o mundo”.

Para o presidente da ANCEV, Ernísio Martines Dias, proprietário de 4 escritórios compartilhados e com experiência de 20 anos no mercado, o evento que acontece em João Pessoa funcionará como piloto para outros. “Se tornará um marco em nossa trajetória, para que façamos outros em uma grande sequência, melhorando a cada edição, mas mantendo sempre o foco de atender aos anseios dos nossos associados”, disse.

O congresso é aberto para não associados e empreendedores que querem conhecer os Escritórios Compartilhados e aproveitar a oportunidade de trocar experiências com proprietários e representantes de Escritórios Compartilhados de todo o Brasil, Portugal e EUA. Para ver a programação completa é só acessar http://www.ancev.org.br/congresso-2016/ ou enviar e-mail para secretaria@ancev.org.br ou no telefone +55 (11) 5087-8500. O evento encerra domingo (11) e está acontecendo no hotel Nord Luxxor Skyler, na orla do Cabo Branco.

Por que contratar um escritório virtual

Empresários gastam até 70% a menos para dispor de espaço não exclusivo e contar com endereço comercial e atendimento personalizado

Está ganhando força uma modalidade de escritório que atende empresários que não possuem recursos para manter um espaço próprio. São os chamados escritórios virtuais e de coworking. Eles não são exclusivos de uma única empresa, mas o empresário pode alugar o espaço – geralmente uma sala comercial, que dispõe de mesas de reuniões, cadeiras, atendente e muitas vezes até computador – por algumas horas da semana ou mês para receber clientes. Quem não tem interesse no espaço físico tem a opção de utilizar o escritório virtual apenas para o recebimento de correspondências ou para registro fiscal. Há empresas que também oferecem atendimento telefônico personalizado. Os serviços chegam a ser até 70% mais baratos que os gastos com um escritório convencional – onde é necessário pagar condomínio, contas de água e luz, reformas, entre outros. “É um negócio que oferece menos riscos”, diz Otávio Cavalcanti, diretor regional de São Paulo da Regus, empresa que possui duas mil unidades em 100 países e cujo número de clientes cresceu 33% no último ano apenas em São Paulo. Apesar das facilidades do serviço, é preciso ficar atento aos detalhes do contrato, principalmente no que diz respeito ao seu cancelamento. “É importante que não seja cobrada multa de rescisão”, alerta Ernisio Martines Dias, presidente da Associação Nacional de Coworking e Escritórios Virtuais (Ancev) e diretor da VBA Business Center.

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COMECE 2016 SENDO DONO DO SEU NEGÓCIO CRIANDO UMA STARTUP

O sonho da maioria dos brasileiros é abrir uma empresa e ser dono do seu próprio negócio. Segundo pesquisa realizada pela Endeavor, cerca de 60% dos jovens desejam ter seu próprio negócio ao invés de embarcar em uma carreira no mundo corporativo. Além disso, 8 em cada 10 universitários não pretende procurar emprego logo após a formatura, já que preferem seguir o caminho do empreendedorismo.

E quando se fala em construir um negócio, hoje em dia, uma das principais frentes é a criação de startups, principalmente do segmento digital. Com o sucesso de startups como Easy Taxi, GetNinjas, Uber e outras tantas, milhares de pessoas têm sido motivadas a pensar em soluções inovadoras para criar um negócio de sucesso.

Hoje, no Brasil, estima-se que existam 20 mil startups. Nos Estados Unidos, esse número chega a quase 300 mil e o volume investido nessas empresas, por lá, passa dos US$ 50 bilhões por ano. Aqui, no Brasil, esse valor não passa dos US$ 3 bilhões.

A grande diferença entre os números de Brasil e Estados Unidos, nesse mercado, acontece por conta da falta de preparo das pessoas, sejam empreendedores ou investidores. Começar uma startup da maneira correta é um passo importante para que o negócio tenha um crescimento saudável e esteja preparado para as “tempestades” que acontecerão ao longo do caminho.

 

Fonte: Brasil 247

Mitos e verdades do empreendedorismo: saiba quais são

“Inovação e criatividade significam fazer as coisas de modo diferente, o que nem sempre é algo confortável”, explica Jim McKelvey. De personalidade excêntrica e cheio de energia, ele é um dos empreendedores mais respeitados do Vale do Silício — além de premiado artista de esculturas em vidro.

Ele está por trás de startups como a Square, de pagamentos mobile, a Launchcode, que ensina programação gratuitamente, e a Mira Digital Publishing, empresa que fez emergir Jack Dorsey, o criador do Twitter.

Onde o Vale do Silício errou

Durante evento da HSM Management no último mês, que contou com a presença do Na Prática, da Fundação Estudar, o empreendedor refletiu sobre como a inovação e a criatividade podem ser orientadas para o mercado. Para isso, ele começou questionando seis crenças da cultura empreendedora que surgiu no Vale do Silício e se espalhou entre diversos empresários no mundo todo ao longo das últimas décadas.

A seguir, veja esses seis mitos mais recorrentes sobre atitudes empreendedoras, e veja por que Jim acha que você deveria ser exatamente o oposto do que o Vale do Silício tradicionalmente prega:

Mito: O empreendedor deve sempre buscar oportunidades

Verdade: O empreendedor deve sempre buscar resolver problemas

O discurso corrente sobre inovação diz que a função do empreendedor é olhar para o futuro, saber o que vai acontecer e agir em cima disso. Assim, o empreendedor deve ter sempre essa visão de longo prazo e buscar as oportunidades que vão surgir. “Todo mundo acha que devemos começar tendo essa visão do que vai acontecer, mas a verdade é que eu nunca fui bom em adivinhar o futuro”, conta Jim. Enquanto as oportunidades estão no futuro, e por isso mesmo são incertas, Jim enxerga prefere olhar para o presente.

Assim, troca a máxima por outra, mais urgente: resolva problemas. Quando começou a Square, startup que revolucionou serviços financeiros nos EUA, Jim pensava em resolver o problema de um amigo que tinha dificuldade de acesso a crédito. “Eu não estava pensando em algo revolucionário, estava pensando no meu amigo Bob.”

Mito: O empreendedor deve oferecer grandes produtos

Verdade: O empreendedor ter um produto bom o suficiente e melhorar rápido

Pensando que o empreendedor deve estar sempre focado em melhorar, surge a noção de que o produto não deve ser oferecido para o mercado até que esteja perfeito. Só assim, com um ‘grande produto’, será possível fazer uma empresa estourar. Jim, quando foi mostrar o seu produto a Steve Jobs, acabou passando tanto tempo aprimorando o design de seu leitor de cartão para chegar a um ‘grande produto’ que acabou atrapalhando o próprio funcionamento do aparelho. A lição foi aprendida: “Deixe o mundo reagir ao seu produto primeiro, e assim você passará por um ciclo rápido de aprimoração”. No final das contas, empreender não é sobre perfeição.

Mito: O empreendedor deve inventar algo

Verdade: O empreendedor deve aproveitar a tecnologia

Para ser um ‘grande produto’, não basta ser só perfeito, deve ser também inovador. Realmente inovador. Inventado, não copiado. “Mas eu não acredito em invenção. Invenção é sempre meu último recurso”, ele explica. “Sempre suponho que a tecnologia que eu preciso já existe”, completa. O conselho de Jim é: aproveite o que já existe. Segundo ele, a tecnologia existente hoje é capaz de ser utilizada de diversas maneiras inusitadas e inovadoras para fazer o que o empreendedor precisa. Somente se você se deparar com algo que realmente não pode ser feito, daí a invenção é o caminho.

Mito: O empreendedor deve trabalhar muito rápido

Verdade: O empreendedor deve saber o timing certo

Atualmente, tudo deve ser feito em tempo de internet — ou seja, na velocidade de nanossegundos. Qualquer respiro é uma perda de tempo que vai te impedir de chegar com a ‘next big idea’ antes de seus competidores. Pelo menos parece ser esse o clima no agitado e caótico universo do empreendedorismo tecnológico! Para Jim, tudo isso é bobagem. Ele usa o exemplo das redes sociais: a primeira não foi a que estourou. Assim, saber o “quando” é tão importante quanto o “como”. Fazer a coisa certa na hora errada não traz bons resultados.

Mito: O empreendedor deve estudar grandes líderes

Verdade: O empreendedor deve questionar grandes líderes

Quando Jim ouviu de um colega dinamarquês que, em seu país as teorias de Jack Welch não funcionavam, ele se deu conta: mesmo o aprendizado dos maiores líderes está preso a realidade de suas épocas e de suas empresas — sem contar o fator sorte, que está por trás de muitas boas decisões. Assim, a mesma fórmula que deu certo para os maiores empresários não vai poder ser replicada para resolver os problemas do seu negócio… Mesmo se forem as lições do ex-CEO da GE, eleito melhor executivo do século. Ouça o que os grandes executivos têm a dizer, mas não hesite em tomar o caminho contrário.

Mito: O empreendedor deve ser ousado

Verdade: O empreendedor deve ser perseverante

Sabe aquela ideia de que o empreendedor é aquele cara que quem tem algo a mais, algo especial? Alguém ousado, que tem apetite para tomar altos riscos e apostar no que ninguém mais teve coragem? Para Jim, nem todo empreendedor é assim. “Eu já abri seis empresas, e cinco se deram bem”, ele conta. “Por mais vezes que eu tenha acertado, eu sempre volto a essa mesma sensação, que é basicamente medo”. O que importa aqui é continuar em frente, apesar do medo e dos obstáculos. É essa perseverança que determinará o quão longe você vai chegar — e não a ousadia do seu primeiro passo.

Fonte: Terra

6 ações mentais que ajudaram empreendedor americano a ser um milionário aos 22 anos

Tucker Hughes tem 22 anos e é um jovem milionário. Nos últimos 12 meses ele ganhou US$ 1 milhão em comissões através do seu negócio imobiliário iniciado quando ainda estava na faculdade.

Hughes conta que se formou na graduação e fez especialização com 20 anos de idade, graças a um processo de aceleração de estudos. Depois disso, se mudou para a Califórnia e levou para lá uma nova unidade do escritório imobiliário da família.

Logo nos primeiros meses, percebeu que o que estava construindo por lá teria dois destinos: sucesso absoluto ou fracasso total. Ele optou por acreditar no sucesso!

Depois de se reinventar e trabalhar sua mente para direcionar os esforços para o lugar certo, Tucker conta que percebeu que o segredo milenar para o sucesso nos negócios é uma combinação de garra e pensamento criativo. E ele compartilha isso através destes 6 pontos:

Idade é apenas um número: aproveite a sua juventude para dar o máximo de si, extraia toda a energia possível e faça as coisas com bastante entusiasmo. Isso pode ser um diferencial extremamente poderoso.

Porque no momento que você começar a dar desculpas para não ser bem-sucedido, você estará perto do fracasso.

O ponto central é: se você acredita que é realmente capaz de fazer aquilo que se propõe, você vai fazer! Além do mais, as pessoas admiram jovens esforçados, dedicados e sonhadores. Isso cria uma atmosfera positiva e traz pessoas para o seu caminho que certamente irão ajudá-lo.

Reinventar-se é preciso: esse é o maior investimento que você pode fazer na sua vida. Leia bastante, ouça podcasts e palestras enquanto dirige e procure mentores. Entenda que você precisa ser uma pessoa antenada e não apenas um especialista no seu ramo. Saber falar sobre economia, política e esportes ajuda na hora de começar relacionamentos.

Encontre também coisas que tragam prazer e façam com que você se sinta bem, aliviando stress e tensões. A prática de esportes, viagens e massagens são ótimas dicas.

Evite desgastes nas tomadas de decisão: toda pessoa tem um limite de concentração e produtividade. Não importa o quanto você seja resistente, em algum momento esse limite vai ser atingido e aí o seu rendimento vai cair muito.

Portanto, conserve o seu poder mental, tome decisões facilmente e de forma rápida. Junto a isso, crie um plano de ações posterior para que o processo seja conduzido quase que em “piloto automático”.

Crie uma mente resiliente: o maior diferencial entre a mediocridade e o sucesso meteórico é a capacidade de trabalhar de forma produtiva por horas. Esses longos períodos em que o trabalho é importante são essenciais para que você desenvolva uma resistência mental. Caso contrário você não será capaz de competir eficazmente com aqueles que construíram-se mentalmente fortes sistematicamente, ao longo de décadas no mundo dos negócios.

Acelere suas habilidades, seja consciente do que traz distrações e aprenda a reconhecer quando você começa a perder o foco. Realize uma análise aprofundada das suas atividades diárias a cada noite e busque oportunidades de melhoria.

Pense grande. Seja grande: a ciência por trás do ajuste do objetivo e sua notável capacidade de acelerar o sucesso é infalível. Se você ainda não tem seus objetivos de um, cinco e 10 anos escritos e visível para você diariamente, faça-o agora. Leia isso todas as manhãs e pergunte a si mesmo: o que preciso fazer para cumprir minhas metas de 10 anos em apenas um ano?

O poder inerente em manter a coerência com os seus objetivos pode trabalhar tanto de forma positiva como negativa. Por isso, trace uma linha que seja possível e cumpra a risca. Você vai conseguir atingir tudo o que deseja.

Acredite em sim mesmo: se nem você acredita, então quem vai? Alguém tem que fazer isso, e nada está impedindo você de ser a pessoa que realiza seus sonhos. Quase todas as pessoas que falharam tiveram uma desculpa. Já as pessoas de sucesso têm histórias de desafios que eles superaram com soluções criativas. O momento em que você se sentir confiante de que não há nada que você não pode aprender ou desenvolver para resolver o mais complexo dos problemas é o momento de grandeza garantida.

Se você ainda não tem certeza de como começar, comece com a promessa de trabalhar para a conquista da excelência consistente a cada momento de cada dia.

Lembre-se que o sucesso não é um direito. Se você realmente quer se destacar, você tem que chegar lá e ganhar todos os dias para o resto de sua vida.

11 palavras que definem um empreendedor completo

Visão de oportunidade, proatividade, criatividade e sonho grande. Essas são as características mais importantes que um empreendedor deve ter, segundo um estudo realizado pela Endeavor e o instituto de pesquisa META.

A pesquisa foi feita com mais de nove mil pessoas e testou como os brasileiros se saem nas quatro atitudes esperadas de um empreendedor.

Na comparação com a média global, o Brasil ficou um pouco acima no total geral, com 138.8 contra 136.4, de um total possível de 200 pontos. Em relação aos Estados Unidos, a falta de proatividade nos brasileiros é o principal destaque.

Dentro das quatro características, o estudo levantou palavras-chave essenciais, responsáveis por tornar um empreendedor completo. Confira a seguir quais são essas palavras:

1. Antenado
2. Mente aberta
3. Otimista
4. Realizador
5. Autodeterminado
6. Inovação
7. Originalidade
8. Diferente
9. Valores
10. Propósito
11. Progresso

Fonte: Pequenas Empresas e Grandes Negócios