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Month: dezembro 2015

COMECE 2016 SENDO DONO DO SEU NEGÓCIO CRIANDO UMA STARTUP

O sonho da maioria dos brasileiros é abrir uma empresa e ser dono do seu próprio negócio. Segundo pesquisa realizada pela Endeavor, cerca de 60% dos jovens desejam ter seu próprio negócio ao invés de embarcar em uma carreira no mundo corporativo. Além disso, 8 em cada 10 universitários não pretende procurar emprego logo após a formatura, já que preferem seguir o caminho do empreendedorismo.

E quando se fala em construir um negócio, hoje em dia, uma das principais frentes é a criação de startups, principalmente do segmento digital. Com o sucesso de startups como Easy Taxi, GetNinjas, Uber e outras tantas, milhares de pessoas têm sido motivadas a pensar em soluções inovadoras para criar um negócio de sucesso.

Hoje, no Brasil, estima-se que existam 20 mil startups. Nos Estados Unidos, esse número chega a quase 300 mil e o volume investido nessas empresas, por lá, passa dos US$ 50 bilhões por ano. Aqui, no Brasil, esse valor não passa dos US$ 3 bilhões.

A grande diferença entre os números de Brasil e Estados Unidos, nesse mercado, acontece por conta da falta de preparo das pessoas, sejam empreendedores ou investidores. Começar uma startup da maneira correta é um passo importante para que o negócio tenha um crescimento saudável e esteja preparado para as “tempestades” que acontecerão ao longo do caminho.

 

Fonte: Brasil 247

Mitos e verdades do empreendedorismo: saiba quais são

“Inovação e criatividade significam fazer as coisas de modo diferente, o que nem sempre é algo confortável”, explica Jim McKelvey. De personalidade excêntrica e cheio de energia, ele é um dos empreendedores mais respeitados do Vale do Silício — além de premiado artista de esculturas em vidro.

Ele está por trás de startups como a Square, de pagamentos mobile, a Launchcode, que ensina programação gratuitamente, e a Mira Digital Publishing, empresa que fez emergir Jack Dorsey, o criador do Twitter.

Onde o Vale do Silício errou

Durante evento da HSM Management no último mês, que contou com a presença do Na Prática, da Fundação Estudar, o empreendedor refletiu sobre como a inovação e a criatividade podem ser orientadas para o mercado. Para isso, ele começou questionando seis crenças da cultura empreendedora que surgiu no Vale do Silício e se espalhou entre diversos empresários no mundo todo ao longo das últimas décadas.

A seguir, veja esses seis mitos mais recorrentes sobre atitudes empreendedoras, e veja por que Jim acha que você deveria ser exatamente o oposto do que o Vale do Silício tradicionalmente prega:

Mito: O empreendedor deve sempre buscar oportunidades

Verdade: O empreendedor deve sempre buscar resolver problemas

O discurso corrente sobre inovação diz que a função do empreendedor é olhar para o futuro, saber o que vai acontecer e agir em cima disso. Assim, o empreendedor deve ter sempre essa visão de longo prazo e buscar as oportunidades que vão surgir. “Todo mundo acha que devemos começar tendo essa visão do que vai acontecer, mas a verdade é que eu nunca fui bom em adivinhar o futuro”, conta Jim. Enquanto as oportunidades estão no futuro, e por isso mesmo são incertas, Jim enxerga prefere olhar para o presente.

Assim, troca a máxima por outra, mais urgente: resolva problemas. Quando começou a Square, startup que revolucionou serviços financeiros nos EUA, Jim pensava em resolver o problema de um amigo que tinha dificuldade de acesso a crédito. “Eu não estava pensando em algo revolucionário, estava pensando no meu amigo Bob.”

Mito: O empreendedor deve oferecer grandes produtos

Verdade: O empreendedor ter um produto bom o suficiente e melhorar rápido

Pensando que o empreendedor deve estar sempre focado em melhorar, surge a noção de que o produto não deve ser oferecido para o mercado até que esteja perfeito. Só assim, com um ‘grande produto’, será possível fazer uma empresa estourar. Jim, quando foi mostrar o seu produto a Steve Jobs, acabou passando tanto tempo aprimorando o design de seu leitor de cartão para chegar a um ‘grande produto’ que acabou atrapalhando o próprio funcionamento do aparelho. A lição foi aprendida: “Deixe o mundo reagir ao seu produto primeiro, e assim você passará por um ciclo rápido de aprimoração”. No final das contas, empreender não é sobre perfeição.

Mito: O empreendedor deve inventar algo

Verdade: O empreendedor deve aproveitar a tecnologia

Para ser um ‘grande produto’, não basta ser só perfeito, deve ser também inovador. Realmente inovador. Inventado, não copiado. “Mas eu não acredito em invenção. Invenção é sempre meu último recurso”, ele explica. “Sempre suponho que a tecnologia que eu preciso já existe”, completa. O conselho de Jim é: aproveite o que já existe. Segundo ele, a tecnologia existente hoje é capaz de ser utilizada de diversas maneiras inusitadas e inovadoras para fazer o que o empreendedor precisa. Somente se você se deparar com algo que realmente não pode ser feito, daí a invenção é o caminho.

Mito: O empreendedor deve trabalhar muito rápido

Verdade: O empreendedor deve saber o timing certo

Atualmente, tudo deve ser feito em tempo de internet — ou seja, na velocidade de nanossegundos. Qualquer respiro é uma perda de tempo que vai te impedir de chegar com a ‘next big idea’ antes de seus competidores. Pelo menos parece ser esse o clima no agitado e caótico universo do empreendedorismo tecnológico! Para Jim, tudo isso é bobagem. Ele usa o exemplo das redes sociais: a primeira não foi a que estourou. Assim, saber o “quando” é tão importante quanto o “como”. Fazer a coisa certa na hora errada não traz bons resultados.

Mito: O empreendedor deve estudar grandes líderes

Verdade: O empreendedor deve questionar grandes líderes

Quando Jim ouviu de um colega dinamarquês que, em seu país as teorias de Jack Welch não funcionavam, ele se deu conta: mesmo o aprendizado dos maiores líderes está preso a realidade de suas épocas e de suas empresas — sem contar o fator sorte, que está por trás de muitas boas decisões. Assim, a mesma fórmula que deu certo para os maiores empresários não vai poder ser replicada para resolver os problemas do seu negócio… Mesmo se forem as lições do ex-CEO da GE, eleito melhor executivo do século. Ouça o que os grandes executivos têm a dizer, mas não hesite em tomar o caminho contrário.

Mito: O empreendedor deve ser ousado

Verdade: O empreendedor deve ser perseverante

Sabe aquela ideia de que o empreendedor é aquele cara que quem tem algo a mais, algo especial? Alguém ousado, que tem apetite para tomar altos riscos e apostar no que ninguém mais teve coragem? Para Jim, nem todo empreendedor é assim. “Eu já abri seis empresas, e cinco se deram bem”, ele conta. “Por mais vezes que eu tenha acertado, eu sempre volto a essa mesma sensação, que é basicamente medo”. O que importa aqui é continuar em frente, apesar do medo e dos obstáculos. É essa perseverança que determinará o quão longe você vai chegar — e não a ousadia do seu primeiro passo.

Fonte: Terra

6 ações mentais que ajudaram empreendedor americano a ser um milionário aos 22 anos

Tucker Hughes tem 22 anos e é um jovem milionário. Nos últimos 12 meses ele ganhou US$ 1 milhão em comissões através do seu negócio imobiliário iniciado quando ainda estava na faculdade.

Hughes conta que se formou na graduação e fez especialização com 20 anos de idade, graças a um processo de aceleração de estudos. Depois disso, se mudou para a Califórnia e levou para lá uma nova unidade do escritório imobiliário da família.

Logo nos primeiros meses, percebeu que o que estava construindo por lá teria dois destinos: sucesso absoluto ou fracasso total. Ele optou por acreditar no sucesso!

Depois de se reinventar e trabalhar sua mente para direcionar os esforços para o lugar certo, Tucker conta que percebeu que o segredo milenar para o sucesso nos negócios é uma combinação de garra e pensamento criativo. E ele compartilha isso através destes 6 pontos:

Idade é apenas um número: aproveite a sua juventude para dar o máximo de si, extraia toda a energia possível e faça as coisas com bastante entusiasmo. Isso pode ser um diferencial extremamente poderoso.

Porque no momento que você começar a dar desculpas para não ser bem-sucedido, você estará perto do fracasso.

O ponto central é: se você acredita que é realmente capaz de fazer aquilo que se propõe, você vai fazer! Além do mais, as pessoas admiram jovens esforçados, dedicados e sonhadores. Isso cria uma atmosfera positiva e traz pessoas para o seu caminho que certamente irão ajudá-lo.

Reinventar-se é preciso: esse é o maior investimento que você pode fazer na sua vida. Leia bastante, ouça podcasts e palestras enquanto dirige e procure mentores. Entenda que você precisa ser uma pessoa antenada e não apenas um especialista no seu ramo. Saber falar sobre economia, política e esportes ajuda na hora de começar relacionamentos.

Encontre também coisas que tragam prazer e façam com que você se sinta bem, aliviando stress e tensões. A prática de esportes, viagens e massagens são ótimas dicas.

Evite desgastes nas tomadas de decisão: toda pessoa tem um limite de concentração e produtividade. Não importa o quanto você seja resistente, em algum momento esse limite vai ser atingido e aí o seu rendimento vai cair muito.

Portanto, conserve o seu poder mental, tome decisões facilmente e de forma rápida. Junto a isso, crie um plano de ações posterior para que o processo seja conduzido quase que em “piloto automático”.

Crie uma mente resiliente: o maior diferencial entre a mediocridade e o sucesso meteórico é a capacidade de trabalhar de forma produtiva por horas. Esses longos períodos em que o trabalho é importante são essenciais para que você desenvolva uma resistência mental. Caso contrário você não será capaz de competir eficazmente com aqueles que construíram-se mentalmente fortes sistematicamente, ao longo de décadas no mundo dos negócios.

Acelere suas habilidades, seja consciente do que traz distrações e aprenda a reconhecer quando você começa a perder o foco. Realize uma análise aprofundada das suas atividades diárias a cada noite e busque oportunidades de melhoria.

Pense grande. Seja grande: a ciência por trás do ajuste do objetivo e sua notável capacidade de acelerar o sucesso é infalível. Se você ainda não tem seus objetivos de um, cinco e 10 anos escritos e visível para você diariamente, faça-o agora. Leia isso todas as manhãs e pergunte a si mesmo: o que preciso fazer para cumprir minhas metas de 10 anos em apenas um ano?

O poder inerente em manter a coerência com os seus objetivos pode trabalhar tanto de forma positiva como negativa. Por isso, trace uma linha que seja possível e cumpra a risca. Você vai conseguir atingir tudo o que deseja.

Acredite em sim mesmo: se nem você acredita, então quem vai? Alguém tem que fazer isso, e nada está impedindo você de ser a pessoa que realiza seus sonhos. Quase todas as pessoas que falharam tiveram uma desculpa. Já as pessoas de sucesso têm histórias de desafios que eles superaram com soluções criativas. O momento em que você se sentir confiante de que não há nada que você não pode aprender ou desenvolver para resolver o mais complexo dos problemas é o momento de grandeza garantida.

Se você ainda não tem certeza de como começar, comece com a promessa de trabalhar para a conquista da excelência consistente a cada momento de cada dia.

Lembre-se que o sucesso não é um direito. Se você realmente quer se destacar, você tem que chegar lá e ganhar todos os dias para o resto de sua vida.

11 palavras que definem um empreendedor completo

Visão de oportunidade, proatividade, criatividade e sonho grande. Essas são as características mais importantes que um empreendedor deve ter, segundo um estudo realizado pela Endeavor e o instituto de pesquisa META.

A pesquisa foi feita com mais de nove mil pessoas e testou como os brasileiros se saem nas quatro atitudes esperadas de um empreendedor.

Na comparação com a média global, o Brasil ficou um pouco acima no total geral, com 138.8 contra 136.4, de um total possível de 200 pontos. Em relação aos Estados Unidos, a falta de proatividade nos brasileiros é o principal destaque.

Dentro das quatro características, o estudo levantou palavras-chave essenciais, responsáveis por tornar um empreendedor completo. Confira a seguir quais são essas palavras:

1. Antenado
2. Mente aberta
3. Otimista
4. Realizador
5. Autodeterminado
6. Inovação
7. Originalidade
8. Diferente
9. Valores
10. Propósito
11. Progresso

Fonte: Pequenas Empresas e Grandes Negócios

Empreendedorismo criativo: talento, inspiração ou transpiração?

O inventor da lâmpada Thomas Edison, um dos mais célebres inventores dos últimos séculos, alcançou esse posto também por suas frases memoráveis e inspiradoras, além das próprias criações geniais. Entre as frases, podemos destacar que “a genialidade é 1% inspiração e 99% transpiração”.

Ela responde bem àquelas demonstrações de espanto que costumamos expressar quando nos deparamos com uma novidade que consideramos criativa: “Mas como eu não pensei nisso antes? Era tão óbvio”.  Certamente, seguindo a lógica de Edison, porque muitas vezes nos apegamos somente ao 1% de inspiração.

Há apenas alguns anos, quem daria ouvidos a alguém que decidisse produzir e vender pela internet chaleiras esmaltadas decoradas – como aquelas usadas por nossas bisavós para fazer o café – ou pantufas no formato dos tradicionais sapatos femininos holandeses, para citar apenas dois exemplos?

No entanto, houve quem soubesse somar inspiração à transpiração para transforar essas e outras milhares de ideias em negócios bem sucedidos. E hoje temos o empreendedorismo ou economia criativa. Essa modalidade de empreendimento geralmente é associada à inventividade, inteligência e talento para criar algo genial e revolucionário. Mas será mesmo?

Não necessariamente. O importante quando se busca empreender de forma criativa é procurar quebrar os padrões convencionais, fugir dos modelos prontos e formulados, procurando soluções alternativas, diferentes do que já existe. Recorrendo ao dito popular, é “pensar fora da caixinha”.

Capital intelectual
Mas o que é, então, empreendedorismo criativo? De acordo com o autor inglês John Howkins no livro “The Creative Economy” (A Economia Criativa, em tradução livre), publicado em 2001, é o exercício da imaginação e exploração do seu valor econômico pelo empreendedor. Ou seja, o conhecimento, a criatividade e o capital intelectual são a matéria-prima para a criação, produção e distribuição de bens e serviços.

As definições podem variar, mas não há fórmula mágica que fuja dos 99% de transpiração sobre a ideia criativa. Conforme os especialistas, o empreendedor criativo também precisa analisar o mercado, identificar oportunidades, definir o produto ou serviço, estabelecer metas, segmentar e posicionar seu produto, além de definir estratégias de venda.

Criatividade no mercado
Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae), especialista em pequenos negócios, o Brasil está entre os grandes produtores mundiais de criatividade. De acordo com levantamento feito pela instituição, a cadeia da indústria criativa, que inclui atividades relacionadas e de apoio, movimenta mais de 2 milhões de empresas no País.

“Com base na massa salarial gerada por essas empresas, estima-se que o núcleo criativo gera um Produto Interno Bruto (PIB) equivalente a R$ 110 bilhões, ou 2,7% do total produzido no país. A cifra chega a R$ 735 bilhões, se considerada a produção de toda a cadeia, equivalendo a 18% do PIB nacional”, informa o site do Sebrae.

Para quem deseja entender melhor esse mercado, o Sebrae disponibiliza gratuitamente o “Guia do empreendedor criativo”, no qual é possível conhecer o panorama da cadeia da indústria criativa e as iniciativas que fazem do setor da economia criativa, além dos comportamentos empreendedores que trazem sucesso para empresas do setor.

 

Fonte: G1