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Month: setembro 2015

Negociação: 5 lições para você fechar um bom negócio

Negociação: 5 lições para você fechar um bom negócio

Verdade seja dita: algumas pessoas têm um talento natural para a negociação. Na sala de reuniões, elas parecem brilhar. Com uma boa dose de persuasão, um toque de agressividade e muita visão, esses profissionais conseguem enxergar exatamente o que é melhor para os dois lados e é raro saírem dali sem um contrato assinado na mão.

Mas esse dom não é privilégio de poucos. “Com o treinamento certo, qualquer um pode se tornar um grande negociador”, garante Danny Ertel, co-autor do livro Negociação (editora M. Books).
Aliás, segundo ele, treinamento também é essencial para os talentos natos, que precisam ser lapidados. “É como acontece no mundo dos esportes, com os grandes atletas”, diz Ertel. “Essas pessoas podem aprender mais com a ajuda de um bom coach.”

Se esse é o seu caso ou se você ainda está ensaiando os primeiros passos na arte da negociação, siga as lições a seguir. Elas são fundamentais para iniciantes ou veteranos que querem se sair bem em qualquer mesa de negócios.

  1. Mantenha a balança equilibrada

Em outras palavras: lembre que o acordo precisa valer a pena para os dois lados. Isso porque, com as duas partes satisfeitas, os riscos de surgirem problemas (e surpresas) lá na frente serão bem menores.

Agora, se o que você está oferecendo não é tão bom quanto o que a outra empresa dará, repense os termos do negócio ou siga o conselho de Ertel: “Desista antes de assinar o contrato”.

Caso você insista em manter a balança pendendo para o seu lado, corre o risco de ouvir um sonoro “não”. Ou pior: “a outra parte pode não cumprir integralmente aquilo que combinou”, diz o especialista.

  1. Pense na implementação

É a fase em que a teoria dá lugar à prática e quando o acordo, de fato, começa a agregar valor à empresa. Por isso, a regra é pensar antecipamente em todos os aspectos envolvidos na implementação para não fazer negócios impossíveis de cumprir.

“Se o que você decidiu na mesa de negócios é extremamente difícil de colocar em prática, então o negócio não vale nem sequer o papel onde foi redigido”, afirma Ertel.

Os maus negociadores têm o hábito de negligenciar essa fase, o que, no futuro, acaba causando dor de cabeça e até prejuízo para as empresas.

  1. Pergunte, pergunte, pergunte

Ok, você aprendeu que é importante pensar muito sobre a implementação e já tem uma noção do que é preciso para o negócio sair do papel. Mas será que tem mesmo todas as respostas na ponta da língua?

Se achar que não, corra imediatamente até a equipe que cuidará da implementação. Tire suas dúvidas, escute a opinião desses profissionais. “E principalmente pondere sobre as respostas que você ouvirá”, lembra Ertel. “Só assim você saberá o que realmente vai funcionar.”

  1. Não tenha medo de falar sobre os riscos

Perca o pudor (e principalmente o temor) de abordar esse assunto. “É um erro grave não discutir, com a outra parte, como vocês irão lidar com os riscos envolvidos no negócio”, afirma Ertel.

Ao analisar as eventuais armadilhas escondidas no caminho, vocês poderão prevenir ou minimizar os problemas que surgirem na fase de implementação.

E não cometa o pecado de achar que o outro lado deve assumir a responsabilidade por aquilo que sair errado. O bom senso pede o contrário. “Os riscos podem ser gerenciados de modo mais eficiente se as duas partes trabalharem juntas e não separadamente”, afirma o especialista.

  1. Não use os erros do outro a seu favor

Ok, o mundo dos negócios não é inocente e muita gente costuma jogar para baixo do tapete esta lição. Porém, antes de fazer isso, pergunte-se:

– Depois que a sua empresa assinar o contrato e ingressar na fase de implementação, vocês vão precisar da ajuda e da experiência do outro lado?
– Há alguma chance de as duas partes trabalharem juntas novamente?
– Como ficará a sua reputação?
Se a resposta for “sim” para alguma dessas questões, resista à tentação de capitalizar em cima dos erros alheios.
“Se fizer isso, seus ganhos terão vida curta”, alerta Ertel. Afinal, após a assinatura do contrato, sempre há a possibilidade de você ainda precisar do outro lado…

Fonte.: administradores.com.br

 

O passo a passo para se formalizar como empreendedor individual:

Se você é um empreendedor individual, está na hora de se formalizar. Tire suas dúvidas aqui

Todo grande negócio um dia já foi um pequeno negócio, uma ideia embrionária, ou, principalmente, um super empreendedor individual suando a camisa para fazer a ideia rodar. Sendo o início solitário ou com uma empresa formada, a formalização é um primeiro importante passo para crescer.

Os seus negócios estão crescendo, mas você ainda é um profissional autônomo, ou seja, um empreendedor individual? Então, esse artigo é para você. Aqui, vamos explicar o passo a passo e as vantagens de você se formalizar e quais são os caminhos mas adequados para se tornar um MEI (Micro Empreendedor individual). Para complementar este artigo, também recomendamos a leitura deste outro artigo sobre como abrir uma empresa, no qual você encontra outras dicas importantes para começar o seu negócio.

Está tudo dando certo como está. Tenho preguiça de burocracia e não tenho tempo para perder. Por que devo me formalizar?

Realmente, a burocracia é chata no Brasil. Mas a boa notícia é que, no seu caso, enquanto empreendedor individual com um negócio em começo de vida, se formalizar tem custos baixos, é simples e pode ser feito pela internet.

GRATUITO E ONLINE: O MELHOR CAMINHO É ADOTAR O MEI.

Sendo MEI, você passa a ter direito a alguns benefícios, como aposentadoria por idade ou invalidez, auxílio-doença, salário-maternidade, auxílio reclusão e pensão por morte, além da facilidade para comprovar renda e poder ter acesso facilitado aos serviços bancários.

Por fim, poderá emitir notas fiscais em menos de 5 minutos e pela internet, o que pode ser decisivo para alguém te contratar ou não.

Qualquer um pode ser MEI? Ou há alguma restrição?

Para que um empreendedor individual se formalize como MEI, ele precisa ser maior de 18 anos (se for menor de idade, precisa ter pelo menos 16 e ser emancipado) e faturar no máximo até R$ 60 mil por ano.

Atenção: médicos, engenheiros, advogados e outras profissões regulamentadas não se enquadram como Empreendedor Individual, então você também precisa verificar se sua atividade está entre a lista de 480 atividades permitidas.

Outro ponto importante: para ser MEI, você não pode ser sócio, titular ou administrador de outra empresa. E, claro, também não pode ter filiais.

Não sou brasileiro, como Empreendedor individual, posso ter um MEI?

Sim, mas você precisa ter um visto permanente.

 OK. Então por onde eu começo?

Para se formalizar, basta fazer uma inscrição gratuita no Portal do Empreendedor. Você vai precisar informar apenas o número do título de eleitor ou o número do último recibo de entrega da Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física.

Após preencher o formulário, imprima seus documentos: Certificado da Condição de Microempreendedor Individual, carnê de Pagamento Mensal (DAS), Relatório Mensal de Receitas Brutas (um para cada mês). Esses documentos são necessários para manter sua formalização em dia.

Após o cadastro, você já ganha um CNPJ e o número de inscrição na Junta Comercial. Não é necessário encaminhar nenhum documento a nenhum lugar.

E como ficam os tributos? Que taxas precisarei pagar em cima de cada nota?

Existe uma pequena taxa mensal, fixa, que cobre valores destinados à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS (essas quantias serão atualizadas anualmente, de acordo com o salário mínimo). Podem haver outras taxas estaduais ou municipais, dependendo da atividade exercida.

Com mais detalhes: o MEI está enquadrado no Simples Nacional. O SIMEI é o sistema de recolhimento em valores fixos mensais dos tributos abrangidos pelo Simples Nacional para o Microempreendedor Individual (MEI).

Atualmente, os valores dos impostos são:

  • R$39,40 de Contribuição Patronal Previdenciária – CPP;
  • R$5,00 de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS;
  • R$1,00 de Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISS.

Como MEI, você é isento dos outros impostos, precisando apenas anexar, em um relatório mensal, as Notas Fiscais recebidas de compras de produtos/serviços ou emitidas para clientes

Mas abrir uma empresa é sempre mais simples do que fechar…

Calma. O MEI também permite que você feche sua empresa sem custos e com agilidade, pela internet mesmo. Após realizar a baixa, não esqueça de preencher a Declaração Anual do MEI – DASN/SIMEI de Extinção – Encerramento, no Portal do Simples Nacional.

E se eu quiser fazer alguma mudança no meu cadastro?

Mais uma vez, você faz isso rapidamente pela internet. A qualquer momento você pode mudar seu endereço, atividades e nome fantasia. Todas as modificações devem ser feitas pelo Portal do Empreendedor. A alteração de dados é gratuita e registrada automaticamente.

Posso ter um funcionário?

Você não pode ter sócios, mas o regime permite que tenha no máximo um funcionário (e esse é o limite) com remuneração de um salário mínimo ou piso salarial da categoria. Ao registrar seu funcionário, preste atenção as suas obrigações enquanto empregador. Como MEI, você precisará pagar 8% de FGTS e 3% de previdência social.

E se seu crescer e começar a faturar mais, posso continuar como MEI?

O MEI está enquadrado no Simples Nacional em um regime chamado SIMEI. Se a sua empresa crescer, você muda de categoria dentro do Simples Nacional – o que significa uma tributação um pouco maior, de acordo com o aumento de sua receita bruta anual. O Simples Nacional está dividido em 20 faixas de faturamento, até o limite de R$ 3,6 milhões.

Como MEI, como declaro meu Imposto de Renda?

Também é simples. E a sua única obrigação, além do pagamento dos carnes mensais, é fazer uma declaração anual simplificada – que também pode ser feita pela internet.

Outra dica é utilizar a ajuda de algum profissional da rede que presta assessoria contábil gratuita para MEIs.

Fonte: Endeavor

SALA DE REUNIÕES

O custo para manter uma sala de reunião moderna e com toda a tecnologia necessária nem sempre é uma tarefa fácil. Para proporcionar uma melhor experiência para as suas reuniões de negócio, nós projetamos espaços flexíveis de acordo com as suas necessidades. São salas modernas, mobiliadas com cadeiras confortáveis, climatizadas e com infraestrutura completa cobrindo todas as demandas de negócios: reuniões com clientes, apresentações ou reuniões com colegas de trabalho. Desta forma o cliente reduz os custos que teria com o aluguel de um escritório, mais os custos de manutenção que um imóvel implica.

Estudo revela que 41% dos jovens da América Latina querem empreender

Um estudo realizado pelo Global Entrepreneurship Monitor (GEM), o “Potencial Futuro – empreendedorismo jovem 2015”, revelou um dado interessante: 41% dos jovens da América Latina pretendem empreender no futuro. A análise também apontou outras características dos jovens e das mulheres no empreendedorismo. As informações são da revista ‘Pequenas Empresas & Grande Negócios’.

Já em países mais desenvolvidos, os números mostraram outra realidade. Na Europa, apenas 19% dos jovens querem empreender. No entanto, mesmo com o desejo em alta na América Latina, a pesquisa revelou que somente 5% deles já são empreendedores estabelecidos.
Os jovens latino-americanos, mesmo com as dificuldades, mostraram que em mais de 60% das vezes abrem um negócio motivados por alguma oportunidade. De acordo com o estudo, as formas de financiamento mais procuradas são recursos próprios (52%), família (16%), empréstimos bancários (26%), amigos (2%) e outras (4%).

Em relação à comparação entre os gêneros, os homens jovens têm uma probabilidade de 1,3 vez maior de empreender do que as mulheres, além de 1,6 mais chances de manter o negócio. A chance de a mulher realmente executar uma ideia se mostrou quatro vezes menor do que os homens.

A pesquisa, feita entre 2012 e 2014, teve a participação de mais de 616 mil pessoas, com idades entre 18 e 64 anos, em 89 países.

Comunicar bem é estratégia para a aproximação com consumidores

Para blindar marcas em clima de pessimismo econômico, o melhor caminho é comunicar a vivacidade da empresa no mercado.

Junto com as notícias de crise, sempre vem muitos “boatos” sobre falências e demissões em massa. É claro que no caso de algumas empresas, isso possa ser realmente um fato, porém, as companhias que se mantêm vivas e operantes, independentes da inflação, devem tomar muito cuidado para que a sua marca não seja contagiada pelos rumores de quebras ou inoperância.

Por isso, diferente do que muitos pensam, é justamente na época de cenário econômico ruim, que a comunicação corporativa deve ser reforçada. Pois é necessário demonstrar que o pessimismo das notícias econômicas não afetam necessariamente todos os segmentos e todas as marcas por inteiro. Mesmo que as vendas possam cair e o consumo de serviços diminuírem, não significa que as máquinas que movimentam os negócios e as companhias tenham que sumir dos noticiários ou até mesmo da publicidade.

É justamente em momentos assim que o consumidor precisa saber que as marcas estão vivas e, ainda, buscando cada vez mais inovações. E mesmo as empresas ou marcas que estejam em processo de afirmação, não podem parar de comunicar que estão no mercado, prontas para conquistarem consumidores novos ou até assumirem o lugar de outras, que por causa da resseção, tenham que ser substituídas neste momento, devido a preços e a redução de despesas.

Prezar pela imagem corporativa em momentos desfavoráveis é pensar não somente na manutenção das vendas na atualidade, mas também na conservação da vivacidade no futuro. Como o consumidor tem agora muito mais acesso à comunicação do que antes, é necessário um investimento em informação, que possa sanar dúvidas e gerar interesses. Mas não basta investir em uma comunicação qualquer, fazer parte de notícias de forma voluntária é, hoje, uma forte ferramenta de credibilidade.

Seja através de um trabalho de assessoria de imprensa, que procura tornar marcas parte das notícias ou através de conteúdo jornalísticos, hoje facilmente disseminados pela internet, todas as empresas devem buscar um caminho na gestão de imagem. Há como ser notícia por lançamentos, novidades, tendência, produtos ou serviço em geral, produtividade, participação no mercado, eventos, história de empreendedorismo, ações de responsabilidade social e ambiental, entre diversas outras atualizações da companhia no mercado. Uma comunicação mais fluída manterá os consumidores ou investidores informados quanto à situação da empresa no momento econômico do país, afastando toda e qualquer insegurança e pessimismo.

Hoje não é mais suficiente apenas produzir bons produtos ou serviços e ter preços competitivos para os mesmos, é necessário mostrar postura ética, transparência e principalmente qual a finalidade de determinada marca e produto no mercado e na sociedade. O consumidor não se contenta mais só com aquela “imagem falsa de felicidade” transmitida em determinados comerciais. Ele quer conhecer a fundo o que consome. Comunicar bem e gerar conteúdo são maneiras eficientes de marcas se aproximarem de consumidores.

Fonte: Administradores